. O ritmo conforme a dança .

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Dedicatórias.

Quer saber? Não sou mais qualquer novidade. Sou o que sou sem limites, sem sinfonias. As lágrimas que caem por meu rosto representam mais do que meras lembranças. São pedaços do que um dia fui, e que nunca mais voltarei a ser.

Lugares dos quais nossa dança perpetuamente mantém o ritmo. O tum-tum-tá de um compasso do qual estivemos tão próximos da perfeição.

Essa mudança, esses novos poemas, esses sorrisos bobos que surgem agora em minha face. Talvez sem motivo aparente. Pois ainda estamos progredindo. E pouco a pouco, fragmentos de nossas personalidades preenchem o vazio entre nós.

Naquele dia em que eu apenas pude dizer Olá. E a resposta fora muito mais do que eu poderia imaginar.

Isso permanece. Distante, perto. Tão desconexos em nossas próprias realidades, outrora conhecidos, acolá amigos, aqui, irmãos.  Pra tudo aquilo que um dia você foi, representou, fez… à mim. Mesmo eu sendo imerecedora de tamanho amor. Obrigada por ser o único a manter-se ao meu lado, a cuidar de minhas tristezas, a mostrar-me as pequenas coisas que valem a pena. A me guiar pelo caminho correto, por mais difícil e doloroso que ele pareça ser. A magia das letras, das palavras, dos sons.

Esse meu ano de 2011, é exclusivamente dedicado ao único que me entende. Ao meu querido e eterno Verdadeiro Amor.

Uma realidade.

Mais uma noite, daquelas onde a solidão e a insegurança batem. Onde os sorrisos parecem desaparecer… E a medida em que a canção para de ecoar, vemos sombras.

É quando fingimos estar bem, apenas pra que parem de nos criticar. Não por fazermos algo ruim. Mas pelo medo de errarmos. A estranha perfeita. Uma imagem de paradoxos, onde não há verdade, só vaidade.

E a vontade de mostrar-se ao mundo, de fazer o que realmente sonha, de realizar projetos, estabelecer limites, ultrapassar expectativas. O despertar de uma visão que poderá lhe dar uma vida nova, ou retirar-lhe qualquer tipo de esperança. Onde o desejo de descansar se esvai, e tudo se faz a fim de manter os objetivos.

O fazer acontecer… Sonhos inatingíveis palpáveis por uma consciência renovada. A realidade de querer mudar tudo, e todos. A realidade de encarar as impossibilidades. A realidade de permanecer sendo a pessoa que sempre lutou em não ser… A triste e incrível realidade, de sermos pó.

O custo do sonho, o custo de ficar só, em meio a multidão em caos… A realidade de começar a ser você, de ninguém entender o motivo. A busca por um ideal, a luta contra o medo.

Mais uma noite, daquelas onde você reflete sobre as medidas a serem tomadas, e vê o quão difícil elas serão. Algo que parece impalpável sobreposto por uma resolução convicta. Sonhos conduzidos pelo Eco, onde nossa própria voz é a que invade as batidas de nosso coração. Uma voz que substitui as sombras, e dá uma companhia, nem que seja por segundos… apenas para que vivamos:

A própria realidade.

Ontem, Não restava nada de nós.

Éramos seres desajeitados, correndo rumo ao desconhecido. Não restou nada pois fomos 100% íntegros ao que somos. Somos assim, pessoas necessariamente descuidadas, cheias de medos e dúvidas. Não restaria nada também se fôssemos o que não somos. A Chuva não teria melhores motivos para escorrer em nossas faces enquanto corríamos de mãos dadas silenciosamente.

Um paradoxo de um futuro sem sentido. Sentido de uma reviravolta de pensamentos que nos tomam em direção a um caminho já percorrido.

Ontem.

Não restava nada de nós, pois já havíamos trilhado esses caminhos. Estávamos correndo em círculos. E o desconhecido se tornou subjetivo à medida em que nos aproximamos do ponto de partida.

Hoje.

Um recomeço. Tão prometido, tão sonhado e tão buscado. Cheio de obstáculos e buracos remendados.

Amanhã.

O que éramos ontem não somos mais. A Mudança surgira como forma de amenizar as dores, ou talvez cicatrizá-las. Mesmo que ninguém mais acredite em você. Esse amanhã não depende do hoje, tão mesquinho, insensato, e sem muito motivo depois do ontem.

Nada mais faz sentido.

 

E me parece que…

Você é essa menina machucada, caída na estrada, pedindo por ajuda. Mas como você mesma disse, não há alguém puro que lhe compreenda. Todos corromperam o sentido do amor. Assim como escreveste em vosso caderno, “uma criança o tomou pelos braços, e levou-a a fim de conhecer o verdadeiro sentido da vida.” Uma criança. Alguém que pouco sabe da vida, compreendendo o valor de amar, ajudar. Uma pequenina esperança.

Há isso, e também o respeito. E esperando pelo sol que raiará na tempestade, você sonha com o impossível. Talvez isso represente um recomeço. Talvez essa seja sua chance de reavaliar em tudo o que passastes até agora, e contar somente com as coisas que realmente façam sentido. O fato de transparecer dois opostos totalmente deturpados de sua imagem é um equívoco causado por seu furacão de emoções.

Jorram sentimentos… Tanto do seu interior, quanto dessas pequenas gotículas de água que brotam de seus olhos. O pior já passou. Esse salvador… essa pequenina criança que conduz-a a uma paz significativa há de consolar-lhe. Contudo, vosso desespero deve amenizar-se. Não por significar que isso resolveu-se em um passe de mágica. Mas o castelo de pedras que pouco a pouco fora construído é forte o suficiente para seguir em frente. Continuar… Dar um passo adiante do desconhecido, lidando com o medo e a falta de esperança. O descontrole psicológico, emocional, físico. O descontrole de não possuir mais razão, metas, sonhos. Os olhos abertos para uma aurora permanente, que desenha um arco-íris lindo no céu, onde você pode alcançá-lo. Isso não é gabar-se… não é exaltar-se. É somente, reerguer-se das cinzas em que você fora esparramada. Talvez a muito tempo, ou pode ser que isso seja recente dentro de si, mas somente agora sua vida começara a refletir essas decisões.

Essa batalha entre o certo, e o indefinido. A casa a qual pertencemos, o nosso verdadeiro mundo, onde podemos ser nós mesmos… Mas ninguém nos ouve. Na verdade há algo pelo qual vale a pena continuar. Mas não há um sentido que te faça dizer que está tudo bem. Isso dói, lá no fundo, dói demais. E a vida de todos passa, e a sua fica. Pára no tempo e espaço.

Todas as coisas que deveríamos ter dito, mas escondemos. Todos os momentos que deveríamos ter esperado mas jogamos fora. Todas as forças que perdemos por lutarmos sozinhos. Deixe que essa criança lhe mostre que a vida adulta não é um monstro, deixe que ela lhe diga o quanto você ainda pode fazer para destacar-se na multidão. Não pulando etapas, mas sendo somente quem você é. Pois há uma diferença bem grande nas pessoas que se autoafirmam, e nas que são simplesmente por ser.

Isso é um dom. Um dom perfeito e único, conferido somente à aqueles que saberão como desempenhar essa lição. Então vá. Não é preciso subir as escadas… É necessário somente levantar-se do chão.  Fechar as cicatrizes que com dor foram feitas, e que dolorosamente serão curadas. Mas você não estará mais sozinha. Você sabe quem é a única pessoa que está ao seu lado, e isso é o mais importante.

Esse é seu recomeço, a sua chance de perdoar-se. Esqueça tudo o que te faz perder o foco. Mantenha-se somente naquele caminho onde a inocência brinca nos campos de trigo. A capacidade de fazer acontecer está aqui. O sentir-se solitário é de sua escolha, mas penso que escolherás estar sempre bem acompanhada, certo? O novo dia pra recomeçar…

Onde os campos de trigo brilham com a luz do sol.

 

 

 

No ritmo da canção …

             “É muito improvável que Deus use uma pessoa que nunca sofreu profundamente uma dor”.

                                                                                                                    - A.W. Tozer-

Isso faz parte de um outro livro… Sim, outro livro que tenho em frangalhos em meu computador… Hoje me voltou a mente esse trecho. Me levou a lágrimas imediatas, e me deu uma paz sem tradução! Espero que apreciem…

“Eu vi você sentada à beira do mundo, com os joelhos firmemente apoiados contra seu peito. Seus braços estavam enrolados à volta deles, segurando as suas pernas em um aperto de morte. Eu vi o céu abrir e ele estava vermelho. Eu Notei que estava sangrando… Quase morrendo. Foi então que eu notei o seu corpo tremer. Você não pode controlar sua vida, você sabe. Você não queria destruir a Terra, mas sua alma desejava chorar. Quando eu vi a dor em seus olhos eu desejei te aliviar. Você é preciosa para mim. Eu Disse-lhe ultimamente o quanto você vale? É exatamente, o seu valor é incalculável. Cada gota de sangue que fora derramada na Cruz pertencia a você. Existe um lugar no meu coração só para você! Tenho te escutado. O que irá sussurrar pra mim hoje?”

E calmamente vou deixando a minha mente ser conduzida por essa dança. Um dança que me remete a alegria. Mesmo que toda a minha volta o caos ocorra. Desejei somente pertencer a esse amor, e agora ele vive constantemente ao meu lado… Me dando fôlego novo.

Algumas notas e demais sussurros…

Sim, esse é o nome do meu livro. Devo terminá-lo o mais rapidamente possível… E repentinamente dera-me uma vontade de postar o prólogo para vocês. Aguardo retorno disso, rs.

Prólogo

Era uma vez, um vilarejo isolado onde algumas casinhas com pequenas fumaças davam um aspecto alegre ao local. Por todo o redor haviam extensas plantações de trigo e cevada, o que certamente era o sustento da população.

No meio dessa insignificante vila, um rapaz, que aparentava ter de 20 a 25 anos de idade que caminhava por todas as plantações, enquanto um sol estonteante fazia com que tudo ficasse dourado ao seu redor. Ele era um moço que gostava de estar ali, e muitas vezes fora pego conversando com grãos de trigo. Há três anos, ele plantara uma árvore na pequena trilha de pó que se direcionava para sua casa. “A melhor casa de toda a região” dizia o jovem, a todos os que apareciam porventura ali. Entretanto, não era isso. Uma pequena casinha de madeira, com apenas dois cômodos, onde se abrigavam Joseph, Rebecca, e Allexia. E apesar de todas as dificuldades que mãe e filhos passavam, eles eram extremamente felizes…

Queria expressar em palavras …

O que venho sentindo nesse momento.


Não é alegria. Realmente, passa longe disso. É uma mistura de decepção com uma angústia profunda e intensa. E, querido Blog, você mais do que ninguém sabe o que acontece dentro de mim. Há rascunhos não publicados, fragmentos de poesias, frases, músicas. Sem destinatário, sem rumo algum. Apenas surgiram, e por algum motivo estranho não consegui postá-los. Medo talvez.
E como esse momento, não há palavras suficientes pra descrever minha dor. Minha alma e meu físico estão cansados. Cansados de levar as dores dos demais, cansados de ouvirem coisas desprezíveis ao respeito dessa que vos escreve… Nada serve, nada se explica por si só.
Tudo está quebrado ao meu redor. Meus relacionamentos de amizade, de família. Mas resta-me ELE. Minha real confiança, meu único e verdadeiro amor. Meu Cristo ressuscitado que me mantém de pé, mesmo quando meus pés deixam de tocar o chão, e caem sob a força da gravidade.
Mas há uma razão pra isso. O cair de joelhos transforma, restaura. Apesar de estarmos mais uma vez sozinhos nisso.
Caros leitores, Perdoem minha falta de conduta moral, ao explicitar minha vida pessoal aqui. Perdoem minhas falhas de escrita, de coesão, coerência… Perdoem por mais uma vez, eu me aproximar dessa página e despejar tudo o que sinto.
Isso não precisava ser assim. Realmente. Mas é reconfortante escrever tudo o que sinto, sempre foi. Mesmo quando as palavras não se encaixam. Novamente as causas: Falsidade, julgamentos precipitados, abandono.

Onde deixo-me guiar pelo som de The scientist…
“Nobody said it was easy, No one ever said it would be this hard, Oh take me back to the start…” (Coldplay)

E onde eu tento permanecer de pé, totalmente quebrada… Apenas Sonhando com uma alvorada permanente.

A escolha de poder escolher.

Geralmente nos deparamos com uma ideia de liberdade “mascarada”, pela escravidão. Infelizmente na mente de muitos o ser livre é NECESSARIAMENTE estar atualizado nas drogas e vestuários da moda, nas músicas, nas formas de andar, e falar. Pra tudo nos dão um manual ao usuário, e não há outra opção a não ser aceitar o que lhe fora imposto.

O democrático de cada um é contestado onde o respeito acaba. Não temos mais liberdade de sermos pessoas que vem e vão por todas as escolhas da vida, tomando as devidas consequências, e nos responsabilizando por elas. O simples fato de declararmos: Se não der certo, dá pra trocar, (uma troca de roupa, amizades, cônjuges, profissão…) virou um jargão que é aceito pra tudo. Admitir os erros está cada vez mais distante de ser real. O aparente nos mostra pessoas “perfeitas”moldadas conforme a mídia. Mas e o amadurecimento? Isso não é mais importante? Subir os degraus da profissão pisando em seus colegas, tirando notas elevadas através de consultas em seus “lembretes”, e tantos outros acontecimentos que fazem qualquer pessoa honesta parecer superficial. Pelo simples fato da escolha deste injustiçado, em ser honesto.

O poder de escolher entre A e B, a escolha entre o certo e o errado… A percepção disso mudou. E há poucos que mantiveram-se nessa escolha. A Escolha de ser livre, a escolha de poder escolher…

Ouvi hoje, uma frase interessante onde destacava-se esse ideal: Os limites impostos a você significam que está livre. Livre para chegar nesses limites e ver que não precisa ultrapassá-los. Pois a vida sem limites, é uma vida escrava, agora, os limites te colocam num padrão. Onde você se torna livre para ser você mesmo, naquela realidade. Não é necessário ser mais, somente, permanecer convicto de que aquele “muro” que o separa da escravidão é pro seu bem.

Essas escolhas machucam por dentro. Mesmo. Ser diferente de todos, significa não estar adequado. Adequado pra uma determinada realidade. Mas isso nos trás uma felicidade depois. A de não pertencermos a esse mundo, a de possuir uma certeza  infinita de que nos realizamos naquilo em que escolhemos. Uma escolha onde você enxerga a luz em seus pés. Incapaz de ver o rumo adiante se aquela claridade não estiver a sua frente. Mas onde você não se sentirá só, nunca, pois aquilo lhe mostrará o quando você pode prosseguir. Sem sobras, e com certezas, que lhe farão crescer, e até voar… Para onde os ventos trazem notícias boas… e a liberdade permanece ao seu lado.

“A song we knew, but we never sang, It burned like fire inside our lungs, And life was just happening…  I wouldn’t trade it for anything, My souvenirs…” 

“Uma canção que conhecíamos, mas nunca cantamos, queimou como fogo dentro de nossos pulmões, e a vida foi acontecendo… E eu não trocaria isso por nada, minhas lembranças…” 

 

(Switchfoot – Souvenirs)

E caso o descaso concorde…

“Se você enxergar o que está por trás de todas as coisas sem exceção, então tudo se tornará transparente para você. Mas um mundo completamente transparente é um mundo invisível.”

 C.S. Lewis.

Acaso o sorriso reapareça. Caso simplesmente aconteça, um novo aprender de carinho. Se seu mundo visível é palpável e destruído por pessoas ao seu redor. Se sua desilusão só basta por hora, e logo você procura outras chances de sofrer, crente de que isso te amadurecerá. Se o amanhecer depende de um dia de sol, ou se as gotas escorrendo pela vidraça lhe remetem a solidão. Se a plenitude do ressoar não ecoa em suas batidas do coração. Se o acordar significa morte, ou se a morte significa vida.

Nada realmente fará sentido. O descaso, a maldade, o sentimento.

É um mero tic tac. Um momento que veio e se foi. O lampejo de uma vida que poderia ser aproveitada, e teria tudo para dar certo.

Quando a satisfação só depende de você.

E o grande quadro das vidas alheias, num universo conexo, dependem de seu ponto de vista. Uma lugar novo para depositar as confianças. E ao invés de chorarmos por não termos o direito de continuar respirando como convém, o semear alegria através de doações se torna útil.

Doar amor, tempo, sossego. Doar sua vida em prol do descaso, de todos os que lhe fizeram chegar a esse ponto. Um ponto onde qualquer reflexão é válida.

Me destes asas, e eu posso então voar…

Me destes uma canção, com a qual posso colorir os céus…

É o simples detalhe de uma vida que se molda conforme os desafios. Simples detalhes, isso, simplesmente comuns. Onde não há nada que valorize o momento, apenas por sabermos do que se trata… Uma construção de nosso ser. Há dias onde tudo parece não fazer sentido. São nessas horas que fechamos nossos olhos e voamos pra longe… Não fugindo de nossos problemas, mas buscando uma tranquilidade que nos faça enxergar essas dores como algo útil, algo que nos faça crescer. Voando ao alto, visualizando os pássaros, os céus… Colorindo de ponta a ponta nossas dores cinzentas, tirando a cor de sangue de nossas mãos, e nos limpando… com a união de todos esses pigmentos. O branco.

É onde tudo se encaixa. Asas? Nossa imaginação pode ser mais do que isso. Podemos voar pra perto, pra mais perto de um verdadeiro amor onde nossos medos se esvaem. Tudo o que precisamos, é fechar os olhos, respirar bem fundo… e voar.

Ao tentar entender o motivo de todos os meus sonhos, percebi de onde eles surgiam… Num lugar onde sempre que eu me via em apuros, eu permanecia, por muitas vezes voltando “forçada”. Lá eu sou quem eu realmente sou, lá posso parar de fingir que satisfaço todas as expectativas, posso brincar, chorar, me esvaziar de todos os fardos. Mas percebi que corria pra lá, somente quando necessitava. Por isso, vivia em constante tristeza. O principal objetivo de nossa liberdade é o de poder sermos quem somos, e contarmos com esse lugar a cada minuto de nossa existência. Não só enquanto estivermos machucados… contudo, dia após dia, tirarmos nosso vazio existencial, e trocarmos por uma alegria incondicional. É o estar em meio a paz, mesmo quando todos estão em uma guerra contra.

E perceber, que devemos prosseguir com nossos ideais, agora transformados pela alegria de possuir mais um dia de vivência nesse paraíso, e contar a todos, o quanto somos satisfeitos, por tê-los ao nosso lado.

As pedras virão, as lutas continuarão. Mas sabendo que tudo aquilo irá passar, sua visão do voar muda. Isso é sua real liberdade, poder ir e vir, e contar com uma vitória já conquistada por esse amor. E aos poucos, o seu crescer te faz cantar, colorindo a vida de outras pessoas.

Acabando com todo o egoísmo, para partilhar o amor.

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