Relatos soltos.

Era quando as palavras começavam a fazer sentido. Ao tilintar das taças cheias de lembranças vazias. Lugares, recomeços, reescritas.  Sem qualquer palpabilidade da real aventura de viver e amar. Aprender a cair e levantar-se sem dor. Aprender a chorar e perdoar. Sem qualquer devaneio, ou simples suspiro. Viver por si só. Enquanto a valsa criava … Continue lendo Relatos soltos.

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Ventos, brisas, sinceridades.

Depois de todas as tempestuosas reviravoltas da vida, observa-se uma recorrente brisa. Diante do maremoto que se passara, com certeza o que estava sendo vivenciado não se comparava àquela dor. Mesmo assim o coração daquela doce garotinha, recordava-se de seus passos de dança. Ela desejava mais do que tudo, voltar a rodopiar pelos salões do … Continue lendo Ventos, brisas, sinceridades.