. a distância .

Não, não há a necessidade de usar-se crase. A frase é para ser uma distância, mas a preguiça encurtou a sílaba e temos um título legal. No velho formato, com mudanças em diversos aspectos (desde o design do blog que ainda precisa ser corrigido até nos pequenos detalhes de memória da autora). Uma distância de … Continue lendo . a distância .

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Era mais um dia de outono

O receio de pegar naquele livro trazia um comichão as minhas mãos. As incertezas pareciam ser maiores quando se tem um dia chuvoso pela frente. Ali jazia um título: Solucionando seu problemas pessoais. Não. Não se tratava de um livro de autoajuda. Pelo contrário, ele parecia a cada página demonstrar mais uma falha, podre ou … Continue lendo Era mais um dia de outono

Relatos soltos.

Era quando as palavras começavam a fazer sentido. Ao tilintar das taças cheias de lembranças vazias. Lugares, recomeços, reescritas.  Sem qualquer palpabilidade da real aventura de viver e amar. Aprender a cair e levantar-se sem dor. Aprender a chorar e perdoar. Sem qualquer devaneio, ou simples suspiro. Viver por si só. Enquanto a valsa criava … Continue lendo Relatos soltos.

PARTES DE UMA HISTÓRIA MAIOR.

Cá estamos. Uma página em branco e a coragem faltante para reassumir o que muitos costumavam caracterizar como sendo: Coisa da Deborah, aquele blog lá.

Dentre as lendas do viver.

Eras se passam. As histórias permanecem, algumas com um brilho que vai além das razões primárias dos fatos. Outras se perdem, enchem-se de poeira, e dão vazão as diversas interpretações plausíveis. As lendas. Uma mistura do real com o imaginário. Do que foi e o que poderia ter sido. Em suma, nossas lendas sobre infância … Continue lendo Dentre as lendas do viver.

Ventos, brisas, sinceridades.

Depois de todas as tempestuosas reviravoltas da vida, observa-se uma recorrente brisa. Diante do maremoto que se passara, com certeza o que estava sendo vivenciado não se comparava àquela dor. Mesmo assim o coração daquela doce garotinha, recordava-se de seus passos de dança. Ela desejava mais do que tudo, voltar a rodopiar pelos salões do … Continue lendo Ventos, brisas, sinceridades.

Dear love,

A passos largos, me apresso ao seu encontro. Sei que talvez, o nosso relógio não esteja sincronizado, causando o atraso de uma das partes. Sei também que a vida em preto e branco, me faz sentir cada dia mais e mais desejosa por cores verdadeiras, e sei também que os fins por si, tem o … Continue lendo Dear love,

Carta Aberta ao meu passado.

Queridos, Não é de hoje que peço perdão. Foram tantos momentos em que agi de forma precipitada, e causei com isto grande dano a todos vocês. Prova disso é nossa amizade, que desconstruiu-se lentamente dando vazão à distância. As saudades das conversas infindáveis, tolas, infantis. E As reviravoltas de um dia após o outro no colégio, … Continue lendo Carta Aberta ao meu passado.

Just, Remember.

Em meio as ruínas de uma moldura apodrecida. Aquela imagem meio opaca de tudo o que algum dia se foi. Ou pensou em ser. O recomeço e desdobrar das estações, mais uma vez preenchida pelo silêncio e pelo respirar da paciência. O esquecer da vida em pé, e o desespero em meio a neblina. Tudo … Continue lendo Just, Remember.

Mudanças

O que me preocupa não é o fato de tudo estar mudando, mas a maneira como as coisas mudam. É difícil, doloroso e angustiante. O pesar das responsabilidades, a inconstância de pensamentos, de ações que deveriam ser tomadas e perdem-se em meio ao nada. Surgem-se os conselhos, os descasos, e as lágrimas, novamente... Ah, essas … Continue lendo Mudanças