Dentre as lendas do viver.

Eras se passam. As histórias permanecem, algumas com um brilho que vai além das razões primárias dos fatos. Outras se perdem, enchem-se de poeira, e dão vazão as diversas interpretações plausíveis.

As lendas. Uma mistura do real com o imaginário. Do que foi e o que poderia ter sido.

Em suma, nossas lendas sobre infância se mesclam entre os depoimentos de familiares, e de nossos lapsos sensoriais.

Tudo o que define quem somos, registrado no processador mais potente de todo o universo, e passamos a confiar que jamais deixaremos de lado o que realmente importa. Infelizmente, o que importava no passado, para a Deborah de outrora, não consegue exprimir os significados do que faz-se importante nos dias atuais. Poucas de minhas memórias irão descrever o que minha versão futura entende de meu presente.

E me pergunto o motivo de tais indagações. a776da99fabf9598551210bbf9727c27

Só mais uma daquelas coletâneas de silabas que resolveu explicar o vortex temporal para aquela que acha um máximo um dia com trilha sonora.

Aos poucos cumprirei minhas promessas. Pois é. Tenho que tirar a ferrugem dos dedos e por meu cérebro pra juntar os cacos do pensar.

Eu quero e preciso acabar com a poeira do sótão.

Vamos falar sobre palavras?

 

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