Ventos, brisas, sinceridades.

Depois de todas as tempestuosas reviravoltas da vida, observa-se uma recorrente brisa. Diante do maremoto que se passara, com certeza o que estava sendo vivenciado não se comparava àquela dor. Mesmo assim o coração daquela doce garotinha, recordava-se de seus passos de dança. Ela desejava mais do que tudo, voltar a rodopiar pelos salões do alvorecer, cantando, compondo, correndo, amando.

O intensificar dos dias, o sonhar das estações. O colorir dos céus.

Seus pedaços mal cabiam em suas mãos. E a fragilidade de cada uma daquelas pontas de desesperança relembravam sua detentora do quanto as mudanças ainda se faziam necessárias.

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O caminhar sozinha se estabelecia novamente. Não em todos os tons anteriormente apresentados. Mas com um cordão de amor que sustentaria agora, a história daquela mulher.

Entre nós. Os afetos, estranhezas e tristezas. Os sorrisos jamais dados, e as gargalhadas saudosas de inverno. Para dizer que não me esqueci de aprender, aquele som da primavera sonha com o recomeço, os passos de uma nova jornada.

Tum tum, tum tum.

Ele ainda bate. Corre através do sangue do desespero. Esquece-se.
Chora com o descaso e sonha com a noite de luar.

Apenas uma garotinha, aprendendo a viver.

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