Just, Remember.

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Em meio as ruínas de uma moldura apodrecida. Aquela imagem meio opaca de tudo o que algum dia se foi. Ou pensou em ser. O recomeço e desdobrar das estações, mais uma vez preenchida pelo silêncio e pelo respirar da paciência. O esquecer da vida em pé, e o desespero em meio a neblina.

Tudo em um só segundo.

Quando as lágrimas voltam a regar as suas noites, e as melodias tornam as notas mais graves. O início e o fim atuando em um só contexto. As páginas viradas, o jogo entre o certo e o moral, a distância entre as notas sussurradas, e os ecos de uma dança de sabores sem fim.

Era quando o era se tornou ser. O saber se tornou o conhecer. E o acaso, fato. Doloridas cicatrizes de tudo o que se restou, e a reconstrução de um palácio do que virá a ser.

Existir, resistir, permanecer. O doce respirar de todo o dia.

O ritmo de uma nova chance.

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