Dedicatórias.

Quer saber? Não sou mais qualquer novidade. Sou o que sou sem limites, sem sinfonias. As lágrimas que caem por meu rosto representam mais do que meras lembranças. São pedaços do que um dia fui, e que nunca mais voltarei a ser.

Lugares dos quais nossa dança perpetuamente mantém o ritmo. O tum-tum-tá de um compasso do qual estivemos tão próximos da perfeição.

Essa mudança, esses novos poemas, esses sorrisos bobos que surgem agora em minha face. Talvez sem motivo aparente. Pois ainda estamos progredindo. E pouco a pouco, fragmentos de nossas personalidades preenchem o vazio entre nós.

Naquele dia em que eu apenas pude dizer Olá. E a resposta fora muito mais do que eu poderia imaginar.

Isso permanece. Distante, perto. Tão desconexos em nossas próprias realidades, outrora conhecidos, acolá amigos, aqui, irmãos.  Pra tudo aquilo que um dia você foi, representou, fez… à mim. Mesmo eu sendo imerecedora de tamanho amor. Obrigada por ser o único a manter-se ao meu lado, a cuidar de minhas tristezas, a mostrar-me as pequenas coisas que valem a pena. A me guiar pelo caminho correto, por mais difícil e doloroso que ele pareça ser. A magia das letras, das palavras, dos sons.

Esse meu ano de 2011, é exclusivamente dedicado ao único que me entende. Ao meu querido e eterno Verdadeiro Amor.

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