O dia sem volta.

 Você sabe, que tudo o que você faz retorna em mesmo peso. Teríamos três decisões a tomar, em primeiro lugar, e o que seria mais aconselhável… pensar antes de tudo. Afinal, ao pensarmos teríamos mais tempo para ver se aquilo é bom pra nós, ou não.

Em segundo, ver se aquilo é mesmo essencial pra nossa jornada. Eu já m arrependi de muitas situações, onde se talvez eu houvesse agido de forma diferente, soasse mais como uma naturalidade, e não uma obrigação.

Em terceiro… sentir. Isso mesmo, se aquilo é bom, e é essencial, com certeza é algo que poderá ser sentido. Sentido literalmente, no contexto de nossas palpitações seguirem o curso das veias sanguíneas. Na medida em que a sua cabeça divaga entre o certo e o errado, o acaso e o desconexo. Sentir o vento, e deixar que as palavras saiam de sua boca. Jamais gritadas, mas todas faladas, com um certo sentimento. Não há nada que nos torne mais cativos, do que nossas próprias palavras. E ao sermos sinceros, toda a hipocrisia vai embora, o que transforma o contexto em benefício.

Egoísmo? Jamais se torne esse tipo de pessoa, pois apesar do sentimento ser de satisfação imensa, as consequências disso depois serão de tempestades.

As desventuras em série fazem parte dessa trama, onde os atores somos nós, e fazemos nosso jogo. Sabendo sempre que contaremos com um interlocutor que irá nos guiar. A não ser que a escrevamos tortuosamente, e não há ninguém que poderá consertar isso, a não ser que você se entregue ao verdadeiro escritor.

Se você sabe como é escrever pequenas histórias, sabe que o poder de mudar o rumo está em sua caneta, ou melhor, na sua mente. E na vida não é nem um pouco diferente. O escritor só depende dos seus atos pra tornar a sua história em um conto de fadas, ou um livro de terrores. E acho que nenhum de nós gosta de sofrer.

Eu só sei que minha vida se resume as minhas escolhas, e só tenho isso a dizer a vocês. Façam bem suas escolhas…

Anúncios

Um comentário em “O dia sem volta.

  1. AS escolhas sempre serão subordinadas a dois fatores e uma verdade.

    O primeiro fator é o coração, está sempre presente quando estamos sempre a desejar algo, alcançável ou não, não por algum motivo o faz bater mais forte, ou sentir com mais prazer ou medo, algo que até hoje muitos psicólogos procuram entender, usando o segundo fator. O sentimento, mui criticado pelos técnicos da Razão, é simbolizado pela moleza e burrice frente aos fatos.

    O segundo fator é a mente, a necessidade de racionalizar tudo que nos cerca, quem sabe pra diferenciar dos que não racionalizam, ou mesmo ser de contraponto para o primeiro fator. A Razão, mui criticada pelos românticos do Sentimento, é simbolizada pela dureza e incompreensão de quem é alvo dela.

    Ora ambos fazer parte de um único ser, e ambos querem guiar o curso um do outro, todas as nossas escolhas são sempre pautadas como Vitória da Razão ou Vitória da Emoção. Logo quando há um desequilíbrio, (que sempre há) ocorrem os males.

    Então, qual é a verdade? A verdade é que nenhum eles é bom guia, devem ser ouvidos mas não seguidos fielmente pois a uma Verdade que pode nos guiar no caminho da vida, e ela é justa como também amorosa e suas escolhas não tem erro, mais não se engane pois sempre, em tempo em tempo a Razão e a Emoção podem se unir para um Golpe contra a Verdade, mas tem bom animo, a Verdade vence sempre quem a ouvir.

    A pergunta que te faço é: Quem é a verdade?

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s