. Mera confissão .

Se for possível, se for real, verdadeiramente, o meu maior desejo era ver a mesma cena se repetir, dias e dias.

Se Fosse natural, se transformarmos as cores, se pintarmos o quadro, e nos movemos à direção do vento.

Se Gritamos, se corremos, se choramos, se sorrimos.

Se Caímos, se abraçamos, se vivemos, se partimos.

Tudo, e talvez a única razão pra que isso se repetisse, fosse a sinfonia de cores, e de canções, que gritam e me chamam para dançar novamente.

Queria dançar ao vento, dizendo a todos qual a verdadeira identidade de meu ser. Queria correr nos campos, deixar um pouco as preocupações de lado, e partir com apenas uma direção. Queria sorrir, a medida em que tudo se resolvesse, que a vida me ensinasse a me alegrar com a tristeza.

Queria ser capaz de seguir o conselho de sábios. Mas não sou tudo isso.

Não posso correr, nem dançar, nem sorrir.

Mas posso me esvaziar, dando espaço a um novo sentimento que brota dentro de mim, me dizendo que não estou só.

A Paixão incessante, de ler, escrever, tocar meu instrumento, e aprender.

A Paixão que quero que se torne amor, e que mude meus medos em certezas.

É uma mera confissão, um mero desejo. De me libertar da hipocrisia que eu criei. De um monstro que diz ser eu, mas que na verdade não é. Mudanças, necessárias, a fim de mostrar o quanto eu sou capaz de adaptar minha razões ao contexto.

De qualquer forma, continuar caminhando conforme aquele amor

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2 comentários em “. Mera confissão .

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