. Deus .

Em alguns momentos, e por várias vezes eu me deparei com um sonho. Não era um sonho inatingível, não era feito de simples imaginação. Mas nele continha uma alegria exponencialmente contagiosa a qualquer um que avaliasse de longe. Eu não consigo descrever. Eu, no momento, nem consigo perceber. Pela maneira a qual fui apresentada a esse sonho. Ele consistia de uma geração. De várias pessoas, com várias etnias diferentes. Nessa geração, o único resumo a que eu possa me deter era interligado ao fato de que todas portavam uma forma de ver o mundo através de o MELHOR OLHAR. Sim, não eram poucas as pessoas que percebiam uma maturidade não compactada a qualquer situação. Mas sim uma maturidade totalmente rendida à vontade de um pai. Esse pai de amor transformou a todos nós uma geração completamente ANORMAL. Sim, há todo um estudo baseado nisso. Mas o sonho consistia de uma intensidade inigualável, onde seus condizentes jamais poderiam decifrar o significado daquela COMPAIXÃO. Nada melhor pra descrever a maneira da qual nós víamos as pessoas. Era um grito. Era a última chance. Não nos restam dúvidas quanto a promessa: EU VOLTAREI. Sim, temos um desafio proposto. Sermos a DIFERENÇA. Não só na cor dos cabelos, da roupa, mas sim nos pequenos atos. Coisas como nos distanciarmos daquilo que entristece o coração de alguém, seja o que for. Nos transformarmos, através de nossas palavras. No sonho havia pessoas camufladas, por uma teia chamada “Ilusão”. O ser que iludia possuía um fôlego muito mais sedutor do que a mensagem de autonegação.  Porém todos viam que naquele caminho não havia um feixe de luz, sequer víamos uma veracidade nos fatos apresentados, porém muitas pessoas acolheram esse manto pra si, e continuavam dizendo que pertenciam a geração. O que mais era perturbador, ou talvez, menos compreensível era a forma quando essas pessoas caíam na beira da estrada, e aquela nossa visão (que particularmente, não nos pertencia) nos obrigava a olhar com um gesto de paixão, ajudávamos então a retirar todo o resquício de sujeira. E a pessoa novamente se tornava um dos nossos. No caminho reto e que nos levava a um monte onde éramos iluminados pelo esplendor de um pôr-do-sol, conseguimos ver um noivo, que se ansiosamente nos acompanhava com o olhar. Acordei relutante do que vi. Não sabia ao certo se isso se referia a uma visão a um chamado, ou a uma convocação, a todos aqueles que possuem a ‘teia’ acordem desse sono. Com certeza terão pessoas próximas a você que o ajudarão com essa compaixão, e te ensinarão como se tornar novamente parte dessa família.

Não vejo sinal mais claro da graça de Deus pra sua vida.

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